Centro Social Abel Varzim | Setor Social – Projetos Sociais
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Setor Social: Projetos Sociais

GALO@RTIS - PROGRAMA ESCOLHAS 8ªGERAÇÃO
Logótipo

O Projeto Galo@rtis E8G visa promover a inclusão social de crianças, jovens e familiares provenientes de contextos socioeconómicos mais vulneráveis, aumentando as competências pessoais, sociais, escolares e parentais através da igualdade de oportunidades, do reforço da coesão social, da adoção de estilos de vida saudáveis, do diálogo intercultural e de uma maior participação cívica e comunitária.

É promovido pela Câmara Municipal de Barcelos e cuja entidade gestora é o Centro Social C. R. Abel Varzim. Este projeto é financiado pelo Alto Comissariado para as Migrações e integram o consórcio as seguintes entidades: a designar: Agrupamento de Escolas de Barcelos, Centro de Emprego e Formação Profissional, Guarda Nacional Republicana, Associação de Pais e Amigos das Crianças, Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco, o Hospital Santa Maria Maior, a Junta de Freguesia de Cristelo, a Junta de Freguesia de Barqueiros, a Junta de Freguesia de Fornelos, a Junta de Freguesia de Gilmonde e a Junta de Freguesia de Paradela. 

Rodapé
AFETOS

É um projeto de intervenção sociopedagógica junto dos pais das crianças que frequentam as nossas valências/respostas sociais e da comunidade, dinamizado pela instituição e apoiado por uma bolsa de entidades voluntárias/parceiras, ligadas à área social, saúde e educação. Na sua essência o projeto tem como objetivo contribuir para uma maior integração e participação dos pais na vida dos filhos, quer ao nível escolar, institucional, social e pessoal, como permitir que estes através de um conjunto de ações/formações e serviços adquiram competências específicas para o estabelecimento de uma relação mais saudável e coesa no seio familiar.  

CONTA MAIS

É um projeto que permite manter viva a narrativa do diálogo intercultural.

Nesta linha a intervenção passa por desconstruir através do debate aberto e público os preconceitos que travam os processos de integração social. Numa lógica interativa, o recurso às performances representativas, ao teatro, procura compreender aspetos simbólicos que criam ruído na comunicação. Convocar para o mesmo espaço as minorias, os “oprimidos” permite uma aproximação que facilita a escuta e a compreensão de argumentos que podem fazer a diferença na convivência e na partilha, assente na tónica do respeito mútuo, da valorização das pessoas e da subscrição de direitos fundamentais. Esta liberdade de expressão que o teatro fórum permite ensaiar é um bom exercício para o autoconhecimento com influência no desenho de uma consciência coletiva, mais plural e tolerante.

Barcelos, através dos serviços de ação social locais e da rede institucional procura, nas reuniões interinstitucionais, apontar linhas de ação, centradas em diferentes eixos de desenvolvimento (educação/formação, emprego, saúde, comunidade). Independentemente do esforço, são notórias as manifestações discriminatórias, no momento do acesso ao emprego e/ou a um contrato de arrendamento. Por outro lado, muitas são as referências-tipo carregadas de prejuízos e de preconceitos, algumas quase míticas.

Subscrever a Estratégia Nacional de Integração das Comunidades Ciganas é agir no combate à discriminação, tal como é preconizado no eixo transversal do documento.

Neste sentido, este projeto, contrariamente à interpretação pejorativa de “que quem conta um conto aumenta-lhe sempre um ponto”, nós pretendemos contar mais, contar mais com as pessoas, contar mais, explicando os erros das falsas ideias, contar mais, porque juntos somos mais fortes.

Para tanto quer o debate público, mais generalista ou mais temático, conforme os públicos, recorrendo aos guias do Net kard, por um lado; a disseminação do projeto ROMI, valorizando na própria comunidade o papel da mulher, particularmente na comunidade cigana; como a proposta de uma campanha que sensibilize a opinião pública numa leitura positiva e pluralista, apresentam-se como ações que reforçam o trabalho local, com algum impacto a médio e longo prazo. Nesta perspetiva e atendendo aos recursos e à dinâmica propostos encaramos a possibilidade deste projeto constituir um modelo de trabalho facilmente replicável noutras comunidades, envolvendo parceiros e a sociedade civil.

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Formação

 

Projetos Sociais